
A porcentagem da população brasileira que tem ou teve contato com a doença é alarmante: cerca de 80%. E não é apenas o incômodo que o herpes labial causa. Em alguns casos mais graves a doença pode causar pneumonia e encefalites (inflamações agudas do cérebro, habitualmente causadas por uma infecção viral).
A má notícia é que o herpes labial não tem cura, já que o vírus instala-se de forma oculta no organismo e fica esperando uma oportunidade para ser reativado. Quando a imunidade do paciente cai, a doença reaparece. A luz solar intensa, febre e outras infecções que diminuem a resistência orgânica e estresse emocional são grandes ativadores da doença.
A duração dos sintomas é de 5 a 10 dias por crise e seu tratamento é feito com antiviral (via oral ou tópica). Os remédios são usados até a ferida cicatrizar, conforme a gravidade de cada caso. Eles agridem o vírus, mas não consegue eliminá-lo totalmente. Outras dicas importantes para o tratamento do herpes labial são evitar furar as bolhas que se formam e lavar sempre as mãos após manipular as feridas (isso porque a virose pode ser transmitida para outros locais de seu corpo).
E o que fazer quando surgem manifestações sequenciais da doença? Recomenda-se a procura de um médico infectologista para avaliação do estado imunitário do paciente. Muitas vezes as pessoas precisam tomar a medicação por meses para que o vírus não se multiplique. Quando há muitas reincidências da doença, o indicado é fazer o tratamento antiviral por mais tempo, com a utilização de um aminoácido proteico para fornecer mais resistência ao corpo.
Por isso, ao primeiro sinal do indesejável herpes labial, procure um especialista para indicar o melhor tratamento. Dessa forma você evitará que o surto seja de maior intensidade e duração.
Fonte: http://www.rugasnuncamais.com.br/